A equipe de campanha do presidente Lula decidiu abandonar a postura defensiva e adotar uma estratégia de ataque após a repercussão de documentos sigilosos ligados ao escândalo do Banco Master e a figures como Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
Foco nos estados mais polarizados A prioridade da coordenação eleitoral até o primeiro turno será concentrar esforços nos três maiores colégios eleitorais e regiões mais disputadas do país: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Contestação de pesquisas eleitorais Sobre os recentes dados da Quaest que apontaram Flávio Bolsonaro à frente em território mineiro, o núcleo duro da campanha minimizou os números, argumentando que o instituto apresentou falhas expressivas em pleitos anteriores e que o levantamento não reflete a realidade atual.
Nova ofensiva na comunicação e publicidade Outro ponto crucial da reviravolta é o lançamento imediato da nova campanha publicitária. O material, que inclui inserções televisivas e conteúdos para as redes sociais, vinha sendo cobrado com urgência pelo próprio presidente devido à lentidão na resposta política.
Com a liberação pública das informações sobre o caso Master, a ordem interna é intensificar a pressão política e ocupar espaço na mídia para tentar reverter o cenário de forte acuação no Supremo Tribunal Federal.
