O comando técnico do Grêmio sofreu uma mudança drástica neste domingo (13/9) com o anúncio oficial da demissão do treinador português Luís Castro, que permaneceu à frente da equipe por um período de nove meses após sua chegada em dezembro de 2025.
A queda motivada pelo Brasileirão
A saída do comandante estrangeiro foi sacramentada apenas um dia depois de o Tricolor sofrer um revés de 2 a 1 para o Vasco, atuando em seus domínios na capital gaúcha, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.
Mesmo tendo conduzido o clube gaúcho à semifinal da Copa do Brasil no dia 3 de setembro — após superar o arquirrival Internacional com um placar agregado de 3 a 1 —, a campanha instável no torneio nacional pesou contra a continuidade do trabalho.
Situação delicada na tabela
Como consequência do revés sofrido no sábado (12/8), o time estacionou na marca de 28 pontos conquistados, figurando a apenas duas posições de distância da temida zona de rebaixamento.
O cenário acende o alerta máximo nos bastidores do clube, visto que a pontuação atual é idêntica à de Internacional e Vasco, ambos já figurando dentro do Z4, assim como o Mirassol, que ocupa a primeira colocação fora da zona da degola.
O retorno de Felipão à casamata
Para conter a crise e preparar o elenco imediatamente, a diretoria recorreu a uma figura conhecida da torcida: Luiz Felipe Scolari, que exercia a função de coordenador de futebol no clube.
O experiente ex-técnico da Seleção Brasileira assume o comando técnico de maneira interina e já estará à beira do gramado nesta quarta-feira (16/9), quando o Grêmio medirá forças com o Botafogo em um compromisso atrasado referente à 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.
