O volume de dados recém-desclassificado pelo ministro André Mendonça surpreendeu ao revelar um acervo muito maior do que o inicialmente estimado por investigadores e autoridades competentes.
O volume detalhado da documentação
O acervo recém-tornado público totaliza 3.423 arquivos digitais, que somam exatos 7,14 gigabytes de armazenamento. Esse montante engloba registros fotográficos, gravações em vídeo e papéis oficiais fundamentais para esclarecer questionamentos em torno do maior escândalo do setor bancário brasileiro.
A decisão do Supremo Tribunal Federal
Essa abertura de dados inédita ocorreu após o ministro Edson Fachin atender a uma solicitação formalizada pela Procuradoria-Geral da República. O magistrado estabeleceu um prazo de 24 horas para que o relator abrisse os procedimentos da Operação Compliance Zero, com exceção apenas de diligências ainda em andamento.
Novas ações desclassificadas
Diante da determinação judicial, o relator removeu o sigilo de outras 38 frentes investigativas. Entre os processos que vieram à tona está a apuração detalhada sobre a produção audiovisual conhecida como Dark Horse.
Todo esse gigantesco montante de registros começou a ser examinado e ficou acessível à sociedade neste sábado (12/9). A extensão exata das revelações contidas nesse material ainda permanece imprevisível para os analistas.
