Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (11/9) pelo instituto Datafolha revelou o cenário da corrida eleitoral pelo Palácio Tiradentes em Minas Gerais, destacando os índices de antipatia do eleitorado em relação aos postulantes ao Executivo estadual.
O cenário de rejeição em Minas Gerais
O candidato petista Patrus Ananias encabeça a lista dos nomes mais rejeitados pelos eleitores mineiros, atingindo a marca de 30%. O percentual representa uma oscilacao de um ponto percentual para cima em comparação ao levantamento prévio realizado em 21 de agosto, quando o índice era de 29%, mantendo-se dentro da margem de erro de três pontos percentuais.
Em contrapartida, o principal adversário do PT na disputa, Cleitinho Azevedo (Republicanos), apresenta um índice de rejeição consideravelmente menor. O senador e líder nas pesquisas de intenção de voto é descartado por 15% do eleitorado, registrando uma leve alta em relação aos 14% anteriores e mantendo sua antipatia na metade da registrada pelo petista.
Desempenho dos demais concorrentes ao Palácio Tiradentes
A segunda colocação no ranking de rejeição pertence a Alexandre Kalil (PDT). O ex-prefeito da capital mineira é rejeitado por 24% dos entrevistados, tendo oscilado positivamente um ponto percentual desde agosto, período em que pontuaba 23%.
Logo após, Flávio Roscoe (PL) aparece com 16% de rejeição, configurando um dos raros casos de recuo no indicador, visto que marcava 17% no estudo passado.
Empatados numericamente com 15% de rejeição aparecem Mateus Simões (PSD), o próprio Cleitinho Azevedo (Republicanos) e Ben Mendes (Missão). Destes, Simões e Cleitinho subiram um ponto em relação a agosto, ao passo que Ben Mendes oscilou de 13% para 15%.
Índices dos demais postulantes e comportamento do eleitor
Outros nomes na disputa também tiveram suas taxas de rejeição mapeadas pelo instituto de pesquisa. Rafael Duda (PSTU) computa 13%, enquanto Gabriel Azevedo (MDB) e Indira Xavier (UP) registram 12% cada. Fechando a lista, Henrique Áreas (PCO) e Professor Túlio Lopes (PCB) marcam 11% de rejeição individualmente.
O levantamento ainda apontou uma retração no grupo de eleitores indecisos sobre quem rejeitam: a parcela que não soube opinar caiu de 17% para 14%. Além disso, 5% declaram rejeitar todos os concorrentes — queda em relação aos 7% anteriores —, e 4% afirmam que votariam em qualquer um dos nomes postos na disputa pelo governo mineiro.
