A candidatura de Michelle Bolsonaro (PL) ao Senado pelo Distrito Federal recebeu um aporte financeiro significativo de R$ 100 mil vindo do setor privado. O repasse foi oficialmente contabilizado no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Origem dos recursos de campanha
O benfeitor da quantia é o empresário Simão Sarkis, proprietário de uma conhecida construtora brasiliense. A movimentação financeira foi registrada na última quinta-feira.
Histórico do Grupo Sarkis
O doador comanda o Grupo Sarkis, corporação com forte atuação na história urbanística da capital federal. A companhia participou de obras fundamentais de infraestrutura em Brasília, a exemplo do Palácio da Alvorada e da tradicional Rodoviária do Plano Piloto.
Atualmente, o negócio expandiu suas fronteiras geográficas para além do Distrito Federal, marcando presença também nos estados de Goiás e de Minas Gerais. O comando da empresa é compartilhado entre o patriarca fundador, seus filhos e seus netos.
Com o novo valor adicionado ao caixa, a ex-primeira-dama se aproxima do teto de gastos estipulado para o pleito. Anteriormente, a postulante ao Senado já havia contabilizado repasses na ordem de R$ 3,4 milhões provenientes diretamente de seu partido, o PL. A legislação eleitoral permite que a campanha gaste no máximo R$ 3,8 milhões.
