A partir desta quinta-feira, 1º de outubro, entra em vigor uma mudança importante nas transações financeiras: o Pix por aproximação não possui mais o limite fixo de R$ 500 por operação. O teto havia sido instituído pelo Banco Central na época em que a ferramenta foi apresentada, em fevereiro de 2025.
Equaração aos demais formatos do Pix
Com a nova diretriz, o valor máximo permitido nas transações por aproximação passa a ser equivalente ao limite já definido para transferências por chave Pix ou QR Code. Esse montante é delimitado pela respectiva instituição bancária e pode ser personalizado pelo próprio correntista conforme suas preferências de segurança.
De acordo com o Banco Central, a iniciativa procura padronizar os critérios operacionais e proporcionar uma experiência de pagamento mais ágil, simplificada e contínua em estabelecimentos presenciais e plataformas digitais.
Como funciona o recurso no dia a dia
Os usuários podem realizar o Pix por aproximação aproximando o celular dos terminais de pagamento (maquininhas) de duas maneiras principais:
- Por carteiras digitais: o cliente vincula a conta bancária à carteira autorizada pelo Banco Central, de forma semelhante ao cadastro de cartões tradicionais. Na hora da compra, seleciona a opção Pix, encosta o aparelho no terminal, confere os dados da cobrança e conclui a operação.
- Diretamente pelo aplicativo bancário: o correntista acessa o app da sua instituição, faz a autenticação de segurança, aproxima o telefone da maquininha, revisa o valor e confirma o pagamento.
Para utilizar a modalidade, é indispensável que o smartphone conte com a tecnologia NFC (comunicação por campo de proximidade) e possua um sistema operacional compatível com os aplicativos financeiros.
