A corrida eleitoral para a Presidência da República em 2026 ganhou novos contornos com a divulgação de um levantamento inédito da Quaest nesta terça-feira (8/9). No Distrito Federal, o cenário aponta para uma disputa acirrada entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
H2 Empate técnico na liderança da corrida presidencial no DF H3 Os principais concorrentes na capital federal
De acordo com os dados coletados junto ao eleitorado brasiliense, o candidato do Partido Liberal aparece na frente com 31% das intenções de voto. Logo atrás, o representante petista registra 28%. Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois principais nomes estão tecnicamente empatados no topo da preferência local.
H3 Desempenho dos demais candidatos na primeira linha da disputa
Atrás dos líderes, a disputa regional mostra o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) na terceira posição, acumulando 12% da preferência. Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) pontua com 8%. O grupo seguinte é formado por Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), ambos com 2%, seguidos por Samara Martins (UP), que contabiliza 1%. Outros nomes como Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram ou registraram 0%. Brancos, nulos e eleitores que declararam não ir às urnas somam 7%, enquanto os indecisos representam 9%.
H2 Impacto da candidatura de Pablo Marçal nos cenários H3 Diferenças entre as projeções testadas pelo instituto
O levantamento também avaliou o impacto da inclusão de Pablo Marçal (PRTB) na disputa. Atualmente, o influenciador está com a candidatura sub judice e aguarda definição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para saber se poderá concorrer no pleito de outubro. No cenário alternativo que inclui seu nome, Flávio Bolsonaro oscila para 32% e Lula vai a 30%. Nesse mesmo panorama, Caiado recua para 10%, Cury se mantém com 8%, Renan Santos fica com 2%, enquanto Marçal, Zema e Samara Martins registram 1% cada. Os eleitores que optam por branco, nulo ou abstenção sobem para 11%, mantendo os indecisos em 9%.
H2 Metodologia e estabilidade do voto na capital H3 Detalhes técnicos da coleta de dados
A amostragem ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 4 e 7 de setembro. O grau de confiabilidade estipulado é de 95%, e os protocolos de registro na Justiça Eleitoral constam sob os números BR-04442/2026 e DF-01987/2026.
Um dado relevante captado pelo instituto diz respeito à solidez da escolha do eleitorado brasiliense. Do total de entrevistados, 73% afirmam que o voto já está consolidado e é definitivo. Em contrapartida, 27% admitiram que ainda podem alterar de opinião e trocar de candidato até o dia da votação, marcada para 4 de outubro.
