O avanço rápido das mudanças climáticas preocupa cientistas em todo o mundo, que alertam para riscos como o derretimento de geleiras e a alta dos oceanos caso o aquecimento global não seja freado.
O papel do saneamento no clima
Nesse cenário desafiador, a melhoria na infraestrutura de saneamento básico surge como uma ferramenta essencial para mitigar impactos ambientais e auxiliar na adaptação das cidades.
Por outro lado, sistemas ineficientes ou inexistentes geram o efeito oposto, intensificando a liberação de poluentes na atmosfera por causa do tratamento inadequado de dejetos.
Impacto nos gases de efeito estufa
Especialistas apontam que o setor de resíduos é um dos grandes emissores globais, impulsionado principalmente pelo lixo acumulado em lixões e pelo esgoto lançado sem o devido cuidado.
Esses dejetos orgânicos liberam grandes volumes de metano, um gás nocivo que pode ser controlado com estações de tratamento modernas e capazes de gerar bioeletricidade.
Outras frentes indispensáveis
Apesar da relevância, especialistas ressaltam que o saneamento, sozinho, não solta o problema, sendo fundamental combiná-lo com a interrupção do desmatamento.
A transição energética para fontes renováveis e a adoção de práticas agrícolas sustentáveis completam o grupo de ações prioritárias para estabilizar o clima do planeta.
