O advogado-geral da União, Jorge Messias, utilizou as redes sociais para rebater interpretações sobre sua gestão e defender publicamente a atuação do órgão federal no atual cenário de instabilidade política.
Posicionamento sobre impessoalidade
O chefe da Advocacia-Geral da União enfatizou que a conduta no cargo é guiada estritamente por critérios constitucionais e técnicos, afastando qualquer interferência de relações pessoais ou afinidades políticas.
A polêmica ganhou força após o órgão declarar publicamente que não possuía atribuição legal para acatar demandas da Polícia Federal ligadas às operações Compliance Zero e Sem Desconto, focadas em fraudes no INSS e irregularidades no Banco Master.
Contexto das investigações no STF
Os desdobramentos judiciais dessas operações estão sob a relatoria do ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal, gerando intensos debates sobre a competência das instituições envolvidas.
A manifestação de Messias responde diretamente a um relatório policial que apontava suposta omissão da AGU em relação a decisões proferidas pelo ministro Mendonça durante o andamento das apurações.
Alinhamento com o governo federal
Por fim, o representante jurídico do governo destacou que sua atuação ocorre em total sintonia com as diretrizes estabelecidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, priorizando a transparência e o rigor ético no trato com as questões de Estado.
