Implantado há quatro anos no município de Arujá, o programa “Vale Reciclar” pode se tornar uma referência em política pública socioambiental para todo o Estado de São Paulo. Criada pela advogada e primeira-dama de Arujá, Clau Camargo, a iniciativa permite que moradores troquem materiais recicláveis por uma moeda social local, o “Vale Verde”, utilizada para a compra de produtos e serviços no comércio cadastrado.
A proposta de expansão estadual é uma das principais pautas defendidas pela candidata à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) pelo Partido Social Democrático (PSD) nas eleições de 2026. Desde o início da implementação em Arujá, o projeto já retirou mais de 250 toneladas de resíduos recicláveis do fluxo de descarte inadequado, incentivando a economia circular e auxiliando na obtenção do certificado municipal VerdeAzul, concedido pelo Governo do Estado de São Paulo.
Além do impacto ambiental, a iniciativa garante acesso a itens essenciais e de higiene, vestuário, alimentos e serviços para famílias de baixa renda. Nascida em Berizal (MG), a candidata destaca que a trajetória de superação pessoal e a atuação na coordenação de políticas para mulheres no Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat+) fundamentam a proposta de democratizar o modelo para outras cidades paulistas.
Serviço — Projeto Vale Reciclar / Moeda Social Vale Verde
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Origem do Projeto: Município de Arujá (em funcionamento há 4 anos)
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Como Funciona: Troca de recicláveis (papel, papelão, isopor, óleo de cozinha) pela moeda social “Vale Verde”
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Uso da Moeda Social: Aquisição de alimentos, itens de higiene, roupas, brinquedos e serviços no comércio local cadastrado
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Resultados Registrados: Mais de 250 toneladas de materiais recicláveis recolhidos e destinados à economia circular
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Reconhecimento: Certificação no Programa Município VerdeAzul (SEMIL – Governo do Estado de SP)
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Proposta: Modelo de projeto de lei para réplica nas cidades do Estado de São Paulo via Assembleia Legislativa (Alesp)

